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GOVERNO DE LADRÕES: Levantamentos recentes apontam que houve uma percepção mundial de piora no nível de corrupção no Brasil

Postado por: gazeta de ibiuna nesta segunda-feira, 14 de abril de 2014 | 16:15

GOVERNO DE LADRÕES: Levantamentos recentes apontam que houve uma percepção mundial de piora no nível de corrupção no Brasil

              Por: Marcos Pedroso - MTB. 65.694/SP
   De acordo com o Índice de Percepção de Corrupção (IPC), da entidade Transparência Internacional, entre 177 países avaliados, o Brasil ficou na vergonhosa posição 72º no ranking das economias mais honestas do mundo. Nesta avaliação, o Brasil levou nota 42 em uma escala que vai de zero ( para os mais corruptos) e 100 ( para os menos corruptos).
      Este ranking  se baseia em estudos, opiniões e pesquisas de especialistas ligados a 13 entidades internacionais, com cede em Berlim. Portanto, retrata uma referência mundial no nível de corrupção, não somente na classe política, mas em outros órgãos da administração pública, incluindo a polícia e a justiça.

CORRUPÇÃO NO BRASIL
    Algum tempo atrás, um  levantamento feito pela Controladoria Geral da União (CGU) abrangendo auditoria em contratos da União com Estados, Municípios e Organizações Não Governamentais (ONGs), demonstrou índices alarmantes de corrupção. De acordo com o relatório, ficou comprovado indícios de irregularidades em 80% dos contratos analisados, inclusive constatou-se uma realidade ainda mais vergonhosa: menos de 5% dos envolvidos nas falcatruas recebem algum tipo de punição. Também ficou comprovado índices alarmantes de impunidade: praticamente não há corruptos presos pelos crimes cometidos. Quanto ao dinheiro surrupiado, apenas uma ínfima parte retorna aos cofres públicos.
Outros estudos relacionados a corrupção apontam caminhos sinuosos em meio a um vergonhoso corporativismo existente nas instituições brasileiras, dificultando as investigações e impedindo as punições.
Com isso, as negociatas dos corruptos produzem uma arrasadora combinação de interesses políticos e econômicos, contribuindo em grande parte para a sustentação dos atuais currais eleitorais existentes em praticamente todas as unidades da federação. Reside aí, segundo os especialistas, a vergonhosa base de apoio dos chamados políticos assistencialistas.

As eleições periódicas deveriam delegar poderes representativos somente aos indivíduos de carreira exemplar e conduta ilibada, excluindo, naturalmente, os elementos nocivos a sociedade. Contudo, o povo continua elegendo e reelegendo políticos corruptos em sucessivas eleições, inclusive aqueles citados em escândalos badalados envolvendo lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa, nepotismo, gestão fraudulenta, fraude em licitações e tantos outros crimes de grande repercussão.
     A maioria dos estudiosos são unânimes em afirmar que o fim da corrupção no país dependerá exclusivamente de maiores investimentos em educação de qualidade, observando que este mal não pode ser tratado como um problema cultural do povo brasileiro. Obviamente, ainda estamos longe de nos tornarmos uma cleptocracia ( lugar governado por ladrões). Contudo, devemos estar atentos, observando que no decorrer de nossa história sempre enveredamos, com o consentimento do povo, para este caminho obscuro de vaidades e perversidades, onde prevalecem as individualidades em detrimento da coletividade.
       O eleitor brasileiro precisa prestar mais atenção na hora do voto. Afinal de contas, os corruptos não tomaram o Poder a força, muito pelo contrário, cada corrupto conquistou o seu espaço com as honras e a legitimidade do voto de cada eleitor que o elegeu.



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